Páginas
- Início
- Escolas que possuem AEE ns Diretoria de Ensino Região de Jundiaí
- Bibliografia para Concurso da SEESP
- Plano de Ação
- Material Didático (livros,textos,...)
- Transtorno do Espectro Autista
- Como atuar na àrea da Educação Especial
- Vídeos sobre Educação Especial
- Atendimento Domiciliar
- Classe Hospitalar - Grendacc
- AEE Deficiência Auditiva
- AEE Deficiência Física
- AEE Deficiência Visual
Projeto Participar
Amigos...Ví esse projeto no Face e escrevi solicitando o software...a resposta gentil está abaixo, coloquei na integra para que todos conheçam suas aplicações:
Olá!
Os softwares são gratuitos, caso não houver exploração comercial deles.
Recomendamos ter o apoio de um professor especializado.
Os softwares Aproximar, Participar, Participar para Tablet, Expressar, Somar e Perceber estão disponíveis para download no endereço www.projetoparticipar.unb.br
Por força de lei, é necessário fazer cadastro no site para ter acesso aos produtos, pois eles são de propriedade da União.
Não temos esses produtos em CD para envio.
Em não havendo exploração comercial no uso dos softwares, pode utilizá-los.
Os registros dos downloads podem ser feitos em seu nome ou de algum professor da instituição. No caso de uso familiar, pode ser algum membro da família.
Sugerimos ler atentamente as instruções que indicam para qual tipo de deficiência cada um desses softwares é útil. Eles são destinados somente a deficientes intelectuais e autistas. Os requisitos educacionais não cobrem as áreas de deficiência auditiva nem visual.
No caso do Participar, Somar e Aproximar, após baixar o software para ser instalado em um computador, é necessário descompactá-lo com um programa, por exemplo, o Winrar ou Winzip. Esse arquivo descompactado é que é útil para a instalação do software.
O Participar para Tablets, o Perceber e o Expressar podem ser baixados da internet diretamente para um tablet com Android.
Atente para o fato de que o Aproximar requer que um sensor Kinect para Xbox seja conectado à USB de um computador.
Esses softwares são distribuídos para testes, como forma da equipe desenvolvedora receber sugestões de melhoria.
Teremos novos produtos no site nos próximos meses.
Vídeo Aula sobre Adaptação Curricular
Olá colegas !
Fiz uma vídeo aula para ajudar as discussões na escola a respeito de Adaptações Curriculares. Espero que ajude a entender melhor como deve se dar esse processo... Vídeo Adaptações Curriculares
Tópicos Especiais: Comunicação Alternativa nos TGD
Agora pensando em Plano de Atendimento Individual...essa planilha pode ajudá-lo a se organizar...
PAI
Convite : PALESTRA "A inclusão das Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho"
Tema: Lei de cotas para pessoas com deficiência, avanços e caminhos para cumprimento da Lei
Palestrante: Luiz Cláudio Marcolino
Dia 11/02 das 10h às 13h no Fundo de Solidariedade.
Av. Manoela Lacerda de Vergueiro, s/n Portão 3, anexo ao Parque da Uva - Jundiaí
OAB tem revista sobre Inclusão !!!
A vigésima edição da Revista ESA/OAB/SP tratou de INCLUSÃO e ACESSIBILIDADE. Os artigos foram escritos por profissionais da área e a coordenação foi de Daniela Kovács.
Tive o prazer de ler o que a Marta Almeida Gil escreveu sobre Educação Inclusiva.
Estão convidados a acessar a Revista:
http://www.esaoabsp.edu.br/
Comunicado SE-1, de 4-3-2015 Educadores da Rede Estadual Paulista, Pais de Alunos, Alunos e Comunidade Escolar.
Comunicado SE-1, de 4-3-2015
Educadores da Rede Estadual Paulista, Pais de
Alunos, Alunos e Comunidade Escolar.
Neste momento, que marca o início de uma nova
gestão no Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria da Educação reafirma seu
compromisso com a melhoria da qualidade do ensino, informando as diretrizes que
nortearão as políticas educacionais no período 2015-2018.
DIRETRIZES NORTEADORAS DA POLÍTICA EDUCACIONAL DO
ESTADO DE SÃO PAULO – 2015 – 2018
PRINCÍPIO: MELHORIA DA QUALIDADE COM IGUALDADE E
EQUIDADE PARA TODOS.
DIRETRIZES:
- FOCO
NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PREVISTAS NO CURRÍCULO
OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO.
- ESCOLA
COMO FOCO PRIORITÁRIO DA GESTÃO CENTRAL E REGIONAL
- AMBIENTE
ESCOLAR ORGANIZADO PARA A APRENDIZAGEM – TEMPO, ESPAÇO, PESSOAS.
- FORMAÇÃO
CONTINUADA COM FOCO NA PRÁTICA.
- COORDENAÇÃO
E ARTICULAÇÃO COM OS MUNICÍPIOS PAULISTAS.
- COERÊNCIA,
CONSISTÊNCIA E ESTABILIDADE NA COMUNICAÇÃO PARA ENGAJAMENTO DA REDE E DA
SOCIEDADE.
PRINCÍPIO: MELHORIA DA QUALIDADE COM IGUALDADE E EQUIDADE
PARA TODOS
A educação só pode ter qualidade se for para todos,
todas as escolas e todos os alunos. Igualdade de acesso a todos os benefícios
que o ensino público estadual tiver capacidade de oferecer é condição de
qualquer melhoria qualitativa.
* A igualdade é irmã siamesa da equidade, porque só
pode ser alcançada se, além de oportunidades iguais, os tratamentos forem
diferenciados, de acordo com as necessidades dos alunos e as condições
escolares.
DIRETRIZES
- FOCO
NO DESENVOLVIMENTO DAS COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PREVISTAS NO CURRÍCULO
OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO.
Premissas
* A garantia da igualdade se expressa no currículo
que estabelece o que todos os alunos têm o direito de aprender em seu percurso
escolar. Fixando o que é direito de aprendizagem, o currículo abriga a
diversidade metodológica e didática, garantia da diversidade de tratamento
exigida pela equidade.
Linhas de ação
* Resgatar a centralidade do currículo como
articulador de atividades, programas e recursos pedagógicos.
* Reafirmar a importância da progressão continuada
para garantir que todos os alunos aprendam ao longo do percurso escolar.
* Garantir a articulação entre currículo e
avaliação, e o uso dos resultados na reorientação da prática pedagógica.
* Resgatar a importância dos processos de
acompanhamento da aprendizagem dos alunos.
* Garantir as atividades de reforço e a recuperação
e materiais e recursos de apoio ao seu desenvolvimento.
* Usar as TIC como recurso pedagógico auxiliar para
desenvolver as competências e habilidades previstas no currículo.
- ESCOLA
COMO FOCO DA GESTÃO CENTRAL E REGIONAL
Premissas
* Políticas educacionais precisam incidir sobre a
atividade fim que se realiza na escola. Manter esse foco requer da gestão um
esforço sistemático para que todos os níveis da organização tenham presente e
não percam de vista as aprendizagens previstas no currículo.
* Esse esforço de focalizar a escola deve incluir
comunicação permanente e apoio aos responsáveis pela supervisão e gestão
pedagógica, mecanismos de acompanhamento em todos os níveis do sistema por meio
de indicadores educacionais.
Linhas de ação
* Coordenar, planejar e acompanhar a implementação
descentralizada das políticas e diretrizes educacionais, garantindo a
articulação entre a gestão central e a gestão regional e escolar, e a
disseminação das informações na estrutura da Secretaria tanto vertical quanto
transversalmente.
* Fortalecer a atuação de supervisores e
professores coordenadores para, sob a liderança da Diretoria Regional, apoiar,
orientar e acompanhar as escolas, identificar problemas, agilizar e mediar o
fluxo de informações entre as escolas e a Secretaria.
* Construir critérios para avaliar a implementação
das políticas e diretrizes da Secretaria, verificando se as entregas
necessárias ao bom funcionamento das escolas e do processo ensino-aprendizagem
acontecem em tempo hábil e com a qualidade desejada.
* Apoiar as Diretorias e seus profissionais para
diagnosticar problemas, encaminhar soluções adequadas, disseminar boas
práticas, trocar experiências e aperfeiçoar processos de gestão.
- AMBIENTE
ESCOLAR ORGANIZADO PARA A APRENDIZAGEM: TEMPO, ESPAÇO, PESSOAS
Premissas
Mais tempo para aprender
* A pauta da escola é seu Projeto Pedagógico,
situado no espaço (estrutura física) e no tempo (duração e ritmo). É
fundamental articular espaço e tempo a serviço do desenvolvimento do currículo
e, portanto, das aprendizagens dos alunos.
* Otimizar o tempo e espaço escolar para garantir a
todos o direito de aprender os conteúdos, competências e habilidades que o
currículo prevê, implica retirar da pauta da escola projetos, programas ou
atividades que não são articuladas com o currículo. Neste sentido, os tempos e
espaços da escola devem ser ocupados integralmente com o ensino e a
aprendizagem.
* O aumento progressivo do tempo dedicado às
aprendizagens curriculares deve ser meta da política educacional, a ser
realizada, entre outros, pelos programas:
- Tempo adicional para recuperação e reforço.
- Programa Ensino Integral (PEI).
- Escola de Tempo Integral (ETI).
- Programa VENCE de educação profissional.
- Centro de Estudo de Línguas – CELS.
- Salas Descentralizadas de Ensino Técnico – ETEC –
em parceria com o Centro Paula Souza.
Linhas de ação
* Apoiar as escolas para a oferta de tempos
adicionais para recuperação e reforço.
* Avaliar a escalabilidade do modelo, das práticas
e das formas de organização adotadas no âmbito do Programa Ensino Integral.
* Fortalecer as práticas bem avaliadas das Escolas
em Tempo Integral (ETI).
* Viabilizar, no âmbito do Programa VENCE, tempo adicional
para aprendizagem de conteúdos profissionalizantes, como opção concomitante
disponível a alunos do ensino médio.
Espaço para aprender
Premissas
* Otimizar o espaço para a aprendizagem requer
priorizar os fatores que determinam o desempenho dos alunos. Requer decidir a
melhor equação entre tempo, número de alunos e recursos docentes para utilizar
o espaço disponível.
Ações
* Priorizar as práticas escolares recomendadas
pelo, ou articuladas com, o currículo oficial da Secretaria.
* Priorizar espaços destinados às ações de
recuperação e apoiar as escolas para viabilizá-las.
Gestão das competências profissionais a serviço das
aprendizagens.
Premissas
* A qualidade dos recursos humanos que atuam na
escola, especialmente a do professor, é o fator mais importante na determinação
do desempenho dos alunos. A melhoria das competências profissionais deve ser
objetivo permanente dos Supervisores e do Núcleo Pedagógico das Diretorias,
constituídos pelos PCNPs.
* É indispensável que as diferentes modalidades de
educação continuada (OTs, oficinas, cursos da EFAP) se articulem de modo a
evitar sobreposições ou repetições.
Linhas de ação
* Adotar procedimentos de observação, tutoria e
avaliação de desempenho destinados a promover mais eficiência e eficácia na
atuação de diretores.
* Adotar procedimentos de observação e tutoria para
professores e outros profissionais direta ou indiretamente envolvidos no ensino
e na aprendizagem.
* Fortalecer o Núcleo Pedagógico da Diretoria de
Ensino no desenvolvimento de ações de formação na ação.
* Produzir e disponibilizar protocolos, recursos
didáticos, para orientar, estruturar e aplicar indicadores de sucesso na ação
pedagógica em seus vários níveis – supervisão, coordenação pedagógica regional
(Diretoria de Ensino) ou local (Escola).
* Implementar critérios e procedimentos de gestão
de pessoas e de gestão pedagógica que contribuam para a estabilidade da equipe
escolar e para a fixação do professor em uma única escola.
* Fortalecer a mediação de conflitos na escola,
atentando para o desenvolvimento das habilidades socioemocionais.
Tempo e espaço para o trabalho coletivo
Premissas
* Processos de melhoria qualitativa incluem a
reflexão e discussão coletivas sobre a prática, associadas às metodologias de
acompanhamento ou tutoria.
Linhas de ação
* Acompanhar como está sendo utilizado o tempo de
ATPC. * Fortalecer o Núcleo Pedagógico das Diretorias na orientação do trabalho
coletivo e no estimulo à reflexão sobre a prática pedagógica.
- FORMAÇÃO
CONTINUADA COM FOCO NA PRÁTICA
Premissas.
* A formação continuada dos recursos docentes e
técnicos da Secretaria da Educação deve ter como referência perfis de
competências dos diferentes profissionais, de acordo com as demandas da gestão
pedagógica, do currículo e da gestão institucional.
* Na literatura pedagógica ensino e aprendizagem
são sempre associados para não separar o que é controlado pelo professor
(ensino), com as operações cognitivas e afetivas que acontecem com o aluno
(aprendizagem). Portanto, o professor precisa saber o conteúdo e saber como se
ensina esse conteúdo. Focar a formação na prática tem como ponto de partida
essa relação entre saber e saber ensinar bem como a adoção de metodologias que
facilitem a reflexão e a análise da própria prática.
Linhas de ação
* Traçar perfis de competências profissionais para
orientar as ações de formação continuada de professores, gestores e lideranças
e para subsidiar concursos, processos seletivos e avaliações de desempenho.
* Direcionar as ações de formação continuada para
as necessidades da gestão pedagógica:
- no fortalecimento e diversificação do currículo;
- no uso dos resultados de avaliação para
reorientar a prática pedagógica;
- na definição dos processos de recuperação da
aprendizagem;
* Direcionar a formação de professores para apoiar
a implementação de protocolos de orientação da prática, de recursos didáticos e
outros procedimentos ou insumos da gestão pedagógica.
* Organizar bancos ou cadastros de experiências de
formação de professores, gestores e lideranças escolares.
- COORDENAÇÃO
E ARTICULAÇÃO COM OS MUNICÍPIOS PAULISTAS.
Premissas
* Cooperar técnica e financeiramente com os
municípios no cumprimento de suas competências na educação infantil e no ensino
fundamental é um mandamento constitucional para os governos estaduais
(Art. 30 Inciso VI da Constituição Federal, modificado pela
Emenda 53/2006).
* A emenda 59 à Constituição reescreve o objetivo do PNE
como instrumento para articular o sistema nacional de educação em regime de
colaboração.
Linhas de ação
* Construir o Plano Estadual de Educação em
colaboração com o trabalho dos municípios na construção de seus respectivos
Planos de Educação, no sentido de que sejam estabelecidas metas exequíveis, com
otimização dos recursos públicos disponíveis e observadas as condições
orçamentárias de cada ente.
* Estabelecer junto com os municípios, princípios e
regras para um regime de colaboração entre as esferas estadual e municipais,
que atenda com equidade as diferenças locais e regionais.
- COERÊNCIA,
CONSISTÊNCIA E ESTABILIDADE NA COMUNICAÇÃO.
Premissas
* Estruturas complexas como a Secretaria dependem
de canais internos de comunicação para manter sua identidade e integridade
institucional e política. Mas um bom plano de comunicação, embora necessário,
não é suficiente. É preciso haver transparência, coerência, consistência dos conteúdos
a serem comunicados. Em resumo, é indispensável uma visão compartilhada pelas
lideranças sobre o que é escola, educação escolar, qual o papel de professores
e outros profissionais.
* Quase meio-milhão de profissionais somam-se a 4
milhões de alunos e cerca de 8 milhões de pais e familiares para formar um
contingente total de pessoas diretamente ligadas à Rede que corresponde a
aproximadamente um quarto de toda a população do estado de São Paulo. Engajar a
rede e a sociedade na jornada da melhoria da educação é, ao mesmo tempo,
condição fundamental e desafio a ser enfrentado e superado.
Linhas de ação
* Pactuar um vocabulário básico para a equipe
dirigente da Secretaria. Esta linha de ação é particularmente importante no
caso do currículo;
* Comunicar para a rede e engajá-la em torno da
missão da Secretaria, criando um ambiente de abertura, transparência e
proximidade através da criação de canais institucionais de comunicação;
* Conscientizar e mobilizar a sociedade, famílias e
alunos, de forma que todos estejam engajados e comprometidos com o processo de
ensino-aprendizagem através da criação de programas:
o de mobilização e engajamento dos pais, familiares
e sociedade em geral;
o de distribuição de materiais de orientação e
incentivo ao acompanhamento escolar;
o de incentivo ao protagonismo juvenil.
Saiu no D.O. a regulamentação do Atendimento Pedagógico Especializado
INSTRUÇÃO, DE 14/01/2015
15/01/2015
D.O.E. DE 15 DE JANEIRO DE 2015
COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Instrução, de 14-1-2015
A Coordenadora da Coordenadoria de Gestão da Educação Básica, considerando a necessidade de estabelecer procedimentos a serem observados na escolarização de alunos com surdez/deficiência auditiva, matriculados na Rede Estadual de Ensino, de que trata a Resolução SE 61/2014, expede a seguinte Instrução:
1. DEFINIÇÃO DE SURDEZ/DEFICIÊNCIA AUDITIVA
As deficiências se apresentam definidas nos Decretos Federais 3.298/1999 e 5.296/2004.
Segundo a alínea “b”, do §1º, do artigo 5º, do Decreto Federal 5.296, de 02 de dezembro, de 2004, são consideradas pessoas com surdez/deficiência auditiva as que apresentam perda auditiva bilateral, igual ou acima de quarenta e um decibéis (41 dB) ou mais, aferida por audiometria na média das frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz. Esta perda pode estar ou não associada a outras deficiências.
2. FORMAS DE ATENDIMENTO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO (APE)
O Atendimento Pedagógico Especializado (APE) disponibilizado aos alunos com surdez/deficiência auditiva, matriculados em classe comum, será garantido sob a forma de:
2.1- Sala de Recursos;
2.2 - Atendimento Itinerante e
2.3 - Professor Interlocutor de Libras/Língua Portuguesa para apoio na interlocução do conteúdo curricular em sala de aula regular ou em outras atividades pedagógicas, inclusive externas.
3. MATRÍCULA
A matrícula de alunos com surdez/deficiência auditiva em unidades escolares da Rede Estadual de ensino seguirá os trâmites definidos para todos os alunos em idade escolar. A caracterização dos mesmos como alunos com surdez/deficiência auditiva somente se configurará a partir da apresentação da avaliação realizada por meio da audiometria.
3.1- MATRÍCULA EM SALA DE RECURSOS
No encaminhamento do aluno para o Atendimento Pedagógico Especializado - APE, em Sala de Recursos na Rede de Ensino do Estado de São Paulo, a audiometria deverá ...
Assinar:
Postagens (Atom)
Avaliação
Avaliação pedagógica 2011 de jundiaí
View more presentations from Marisa Tomazzeto
Avaliação
Saberes e Práticas da Inclusão
Saberes e Praticas da Inclusão I
View more presentations from asustecnologia