Prêmio Claudia reconhece o trabalho da primeira repórter brasileira com síndrome de Down

Fernanda Honorato brilhou na noite de segunda-feira, 2, durante a 22ª edição do Prêmio Claudia. A jornalista é a primeira repórter com síndrome de Down do país e foi agraciada na categoria Trabalho Social. “Agradeço pela oportunidade e por colocarem uma mulher com deficiência intelectual em um prêmio tão importante”, declarou a comunicadora, que subiu ao palco emocionada pelo reconhecimento. A profissional concorreu com Gina Ponte, educadora que criou um projeto para ampliar o conhecimento dos alunos sobre o papel e a força da mulher, e Karine Vieira, assistente social que ajuda pessoas recém-egressas do sistema penitenciário a conseguir emprego. Leia a reportagem inteira...

Você conhece os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS ?

Em 2015 foram apresentados os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), por ocasião da Cúpula das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Eles dão continuidade aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e valem de 2015 até 2030.

Os ODS têm 17 Objetivos e 169 metas, sobre erradicação da pobreza, segurança alimentar e agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura e industrialização, governança, e meios de implementação.
Os ODS mencionam especificamente as pessoas com deficiência; os ODM não.
Objetivo 4
Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos;
Metas
4.1 Até 2030, garantir que todas as meninas e meninos completem o ensino primário e secundário livre, equitativo e de qualidade, que conduza a resultados de aprendizagem relevantes e eficazes;
4.5 Até 2030, eliminar as disparidades de gênero na educação e garantir a igualdade de acesso a todos os níveis de educação e formação profissional para os mais vulneráveis, incluindo as pessoas com deficiência, povos indígenas e as crianças em situação de vulnerabilidade;
4.7 Construir e melhorar instalações físicas para educação, apropriadas para crianças e sensíveis às deficiências e ao gênero e que proporcionem ambientes de aprendizagem seguros, não violentos, inclusivos e eficazes para todos.

Dica de livro infantil sobre deficiência...

Rodrigo bom de bola

Autor: Markiano Charan Filho

Editora: Nova Alexandria

André tem um amigo que se chama Rodrigo. Rodrigo é cego e um dia chegou na escola com o pé machucado de jogar bola. Jogar bola? É isso mesmo, Rodrigo é o craque do time “É pra já”. Essa história fofa conta como os cegos praticam esportes e ainda termina com uma partida emocionante de futebol!
Meu Irmão Não Anda, mas Pode Voar 

Autor: Angel Barcelos

Editora: Autêntica

Uma história linda que aborda com delicadeza dois assuntos: adoção e deficiência física. É a história de uma menininha que se sente muito sozinha e sempre pede um irmãozinho a seus pais, afinal, suas amiguinhas têm! Sua surpresa de aniversário era um irmãozinho, mas ele já chegou grande e não podia andar… mas para ela nada disso importou, ele era seu irmão do coração e, juntos, eles brincavam e voavam usando o mais lindo dos poderes, a imaginação!
Você pode ter acesso gratuito pelo aplicativo:
http://leiturinha.com.br/
Boa leitura!

Deficiência Intelectual no contexto escolar


Deficiência Intelectual no contexto escolar


Marisa Marzocchi Tomazzeto

Nossas escolas mudaram bastante, temos um público muito diversificado nos seus diferentes sentidos. No trabalho direto com a educação especial, o universo de perguntas e respostas tem sido as situações de deficiência em salas de aula e é logico, que a que mais sou solicitada é a apoiar o professor na deficiência intelectual.
O que mais os professores perguntam é se alunos com deficiência intelectual conseguem aprender?
          A educação inclusiva parte do pressuposto de que toda pessoa aprende, sejam quais forem as particularidades intelectuais, sensoriais e físicas. Mas, então, por que alguns estudantes continuam não aprendendo? E no caso daqueles com diagnóstico de deficiência intelectual, a tendência continua sendo alegar que o “fracasso escolar” é decorrente da própria deficiência.
Historicamente, as políticas e práticas pautadas nos paradigmas da segregação e da integração legitimavam a exclusão de crianças e adolescentes com deficiência intelectual com base no diagnóstico. A deficiência era, então, compreendida sob a perspectiva da área da saúde, centrada em características individuais. Acontece que, na educação inclusiva, a deficiência passa a ser entendida como uma variável contextual. Este conceito entende que o ambiente, cultura, sociedade, enfim tudo que cerca uma pessoa com deficiência, interfere neste desenvolvimento.
O assim chamado modelo social de deficiência, difundido principalmente a partir da publicação da Convenção da ONU em 2006, sobre os direitos das pessoas com deficiência passou a considerar, além dos aspectos clínicos representados por impedimentos na pessoa a fatores que são externos a ela como as barreiras presentes no ambiente.
 Assim, parte-se do pressuposto de que toda pessoa aprende e compreende-se a deficiência a partir do modelo social, é possível reconhecer que, na verdade, não são os alunos que não aprendem. A escola é que, muitas vezes, não está preparada para lidar com a diferença e, assim, não oferece estratégias pedagógicas que favoreçam a aprendizagem.
O que remete a outras questões como quais as práticas pedagógicas mais adequadas aos alunos com deficiência intelectual e também como garantir que esses estudantes aprendam?
 Durante muito tempo, acreditava-se que era possível generalizar pessoas e, assim, padronizar estratégias terapêuticas (saúde) e pedagógicas (escolares) a partir de um mesmo quadro diagnóstico. Atualmente, é sabido, por experiência, que essa noção não é verdadeira. Ainda que apresentem pareceres diagnósticos absolutamente iguais, duas pessoas podem reagir às mesmas intervenções de maneiras diferentes. Isso porque o processo de aprendizagem de cada pessoa é singular e depende diretamente da representação que possui a respeito do que aprendeu. Reafirmando que somos seres individuais e que um diagnóstico não nos define. Não há “receitas prontas”, na sala de aula regular o professor também precisa conhecer o aluno e as características desta deficiência para poder adequar o conteúdo.
Muitas dicas importantes nos auxiliam neste processo como conhecer os alunos individualmente a fim de buscar identificar meios de garantir a participação e a aprendizagem e uma forma que tem dado bastante resultado é o trabalho colaborativo onde há a participação direta dos envolvidos, quando a linguagem é próxima conseguimos compreender melhor, esse sistema colaborativo faz com que o aluno que vai explicar para o colega se auto organize a fim de dar sentido ao conteúdo para o colega que tem mais dificuldade. É importante lembrar que flexibilizar o currículo e diversificar as estratégias pedagógicas aumentam as possibilidades de aprendizagem e que o aluno deficiente tem direito ao currículo integral.
A participação do professor especialista do atendimento pedagógico especializado (APE) nesse processo, pode ser determinante, considerando a função deste serviço, que, segundo a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva é justamente identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade para a eliminação das barreiras de aprendizagem potencializando a participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas.
Então como proceder quando não se tem em mãos um laudo médico que defina e oriente sobre a deficiência do aluno?
          Depende de como se percebe o papel do diagnóstico no processo de inclusão educacional desses estudantes. Se a educação inclusiva pressupõe não somente o reconhecimento, mas a valorização das diferenças na escola e em sala de aula, entendendo que cada um tem o direito de ser como é, portanto, aspectos relativos ao diagnóstico dos alunos, assim como qualquer outra de suas características, não devem ser neutralizados ou negados no contexto educacional. Além disso, conhecê-los pode facilitar a identificação da necessidade de apoios como os da sala de recursos.
          Por outro lado, o diagnóstico pode ainda hoje, representar uma barreira ao processo de inclusão desses alunos. É bastante comum que professores ou outros profissionais da escola justifiquem o próprio “não fazer”, usando-o como pretexto, afirmando muitas vezes que não foi preparado para atender este público ou mesmo que não é capaz.
A falta de formação sobre a deficiência pode fazer com que limitem as oportunidades de aprendizagem dos alunos, interpretando-o como atestado de incapacidade, ao invés de apostar em suas possibilidades. É preciso tomar muito cuidado nesse sentido.
Esses fatores ficam mais fáceis de entender quando o professor compreende que a dificuldade não está na pessoa e sim no ambiente, seu trabalho não pode ser solitário tem que envolver a escola toda para a transformação do ambiente de aprendizagem, já que o sentido de inclusão está no espaço que acolhe a todas as diferenças e especificidades. Portanto o desconhecimento do diagnóstico não inviabiliza a inclusão de nenhuma pessoa, qualquer que seja sua deficiência ou característica.
Por fim, como avaliar a aprendizagem destes alunos?
A avaliação na perspectiva inclusiva é um processo contínuo e contextualizado cuja referência deve ser a trajetória individual do estudante sem classificações ou comparações. Assim como cada pessoa tem um modo diferente e até mesmo singular de acessar e produzir conhecimento, tem, também, de expressá-lo. Por isso, é necessário diversificar estratégias de avaliação para todos que dela se beneficiam, considerando suas especificidades e suas necessidades, interesses, conhecimentos prévios, estilos de aprendizagem, formas de expressar o conhecimento e para isso o professor precisa conhecer o aluno.
O trabalho articulado com a sala de recursos ou serviço de itinerância ajuda o professor da escola regular a compreender melhor como diversificar as estratégias e metodologias inserindo o aluno num ambiente rico e propício a aquisição de conhecimentos.

DICAS DE COMO AJUDAR SEU ALUNO COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA ESCOLA

Para um sucesso maior, as tarefas complicadas devem ser quebradas em pequenas partes.

  • Não apresente ao aluno atividades longas. Por exemplo, se o exercício precisa que o aluno escreva 10 sentenças, comece com duas. Simplifique atividades desafiadoras e abstratas. Transforme questões subjetivas em questões de múltipla escolha.


  • Use material visual para fazer com que a atividades pareçam mais concretas.


  • Use cartões para resumir os passos para a realização de tarefas ou as atividades da agenda diária.


  • Ofereça intervalos para exercícios físicos e limite o tempo necessário para a atividade. Isso ajuda as crianças que têm dificuldade para reter a atenção.


  • Horários visuais ajudam na noção do tempo e no controle da ansiedade e na administração da tolerância.


  • Use a regra 80/20. Toda vez que começar um dia de atividades, comece com atividades mais fáceis (80%) e que não causarão problemas disruptivos e de desestruturação de ambiente. A criança fica mais confortável em sala e mais confiante. Os 20% de tarefas mais difíceis devem ser usados ou no final da sessão ou intercalada com as tarefas mais fáceis. Isso vai depender, logicamente, de cada criança.


  • Com essa estrutura, é criada confiança e motivação para o trabalho. Se a criança começar o dia de trabalho com atividades além de seu potencial, pode desenvolver um senso de que não é capaz. Use comandos simples, com poucas palavras e seja direto.


  • Apresente escolhas. Sempre. Toda criança se sente mais à vontade com seu horário de tarefas quando pode escolher ou a ordem das tarefas ou que tipo de atividade quer realizar.


  •  Na hora do recreio, devem ser reforçadas as regras de convivência, comorespeito aos amigos e tolerância, não se permitindo bullying.
  •  Usar um rodízio de amigos para o recreio pode ser uma estrategia eficiente. A responsabilidade é dividida com todos e os amigos podem ser orientados a ajudar diretamente com as regras sociais.


  • Deixe permitido para o aluno uma área na escola em que ele possa ficar sozinho e fazer o que gosta. Existem pessoas que defendem a liberdade da criança, onde ela possa ficar relaxada, fazendo os movimentos repetitivos que gosta, como se estivesse extravasando. Eu pessoalmente não gosto. Se estamos trabalhando para que a criança seja incluída e que tenha mais amizades e um relacionamento melhor com seus colegas, os movimentos repetitivos não são adequados porque não socializam e podem, muitas vezes, assustar os colegas. Todas as cartas devem ser usadas para que a criança seja redirecionada e não faça os movimentos.

Uma ideia interessante é criar, dentro da própria escola, clubes de jogos, de computação, de música para que as crianças possam escolher o que fazer durante o recreio. Os clubes seriam supervisionados por um adulto e as crianças poderiam fazer o que gosta, falar do que gosta etc.

  • Estrategias de redirecionamento e o que a criança não pode fazer e o que ela pode fazer devem ser distribuídas para todos os profissionais que lidam com ela.


  • Refeitórios e áreas de lanche podem ser extremamente estressantes para crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Muito barulho não só de coisas sendo arrumadas, mas vozes de crianças, arrastar de cadeiras, etc. Tente se imaginar no lugar de uma criança que é sensível demais e pode ouvir sons mais altos que você. Seja flexível em relação a tempos e dificuldades. Visite com a criança o lugar antes, vazio, para que ela visualize onde fica a comida, onde pode sentar, e o que vai acontecer. Isso diminue a ansiedade e minimiza problemas de comportamento.


  • Dar a criança um brinquedo para aliviar a tensão em alguns momentos é ótimo. Em qualquer situação que você possa desestressar a criança, leve alguma coisa que ela goste de segurar ou uma esponja ou bola para apertar, um brinquedo com luz e/ ou água para que ela fique olhando. Isso pode minimizar possíveis problemas.


  • Lembre-se de que as crianças com TEA não vão necessariamente aprender com as outras crianças.Mas elas surpreendem sempre!!!

TREINANDO SUA CRIANÇA AUTISTA A USAR O BANHEIRO


 Treinar uma criança a ir a o banheiro é um trabalho desgastante para toda a família e comunidade. Requer paciência e perserverança. Algumas famílias acham fácil e mais simples deixar a criança em fraldas para evitar os problemas que possam surgir durante o treinamento.
 Vale ressaltar que uma criança já treinada, tem um grande impacto na convivência social da família e na independência  e aceitação social da criança.
É válido usar algumas técnicas para controlar o estresse para diminuir os aspectos negativos de sobrecarga de energia e tempo.
Muitas vezes é mais fácil que a criança seja treinada na escola que em casa, ou vice e versa. É importante que escola e lar trabalhem juntos num mesmo objetivo para o sucesso do treinamento. Comunicação é a chave do negócio. Para isso, não fique triste com a escola ou qualquer membro da equipe se as coisas não tiverem funcionando efetivamente em um dos lugares.
 Persevere e acredite que o sucesso virá. Evite ficar muito preocupado ou excessivamente estressado com a situação.
Para saber se sua criança está pronta para ser treinada, observe as seguintes perguntas: a pessoa atua diferente ou parece notar quando está com fraldas ou partes de baixo molhada ou suja? Existe algum interesse ou diferença de comportamento em relação a banheiro, privada, ao trocar de roupas ou qualquer outra momento relacionado a isso? A pessoa apresenta alguam mudança de comportamento quando outra está envolvida em atividades ou objetos relacionados à higiene ? Se você respondeu sim a todas essas perguntas, a pessoa deve está tendo percepção e talvez pronta para iniciar o treinamento.
Observe as horas certas para a criança ir ao banheiro e as inclua num horário visual.
Coloque brinquedos preferidos da criança ou livros no banheiro para facilitar a adaptação desta.
 Algumas crianças podem ser muito sensíveis ao som da descarga. Colocar uma música calma pode ajudá-las a relaxar.
 Use a descarga como recompensa depois que a criança urinar na privada. Saiba, porém, que algumas crianças podem ficar super excitadas ou até com medo do barulho da descarga ou da visão da água descendo. Para que isso diminua, basta que as pessoas envolvidas usem reforço positivo como brinquedos com luzes ou barulho.
 Nunca pergunte se a pessoa quer ou não ir ao banheiro. Apenas diga para ela que é hora de usá-lo. Permitir que a pessoa indique se está na hora ou não, não é considerado nesse momento.
Se a pessoa urinar ou defecar entre os horários, limpe tudo calmamente e não fique hostil ou aborrecido. Simplesmente ajude a pessoa a se limpar e continue seguindo o horário visual. Não faça nenhuma referência ao acidente.
 Na hora de escolher os desenhos do seu horário visual, escolha os que sejam claros e fáceis de entender. Lembre que os autistas pensam de forma concreta.
 Lembre-se o treinamento não está completo até que a pessoa aprenda a indicar que precisa ir ao banheiro sem ser lembrada por outras pessoas; complete a rotina independentemente e se prenda em pistas visuais ao invés de verbais.
Antecipe qualquer problema quando for passear. Leve o horário visual e peça informação para saber onde estão os banheiros públicos para evitar se perder quando precisar usá-los. Carregue uma pequena toalha ou um alguns pedaços de papel higiênico para evitar qualquer problema relacionado à sensibilidade. Leve sempre o brinquedo preferido para diminuir a ansiedade.
Não faça uma mudança brusca das fraldas para a cueca ou calcinha. Gradualmente, aumente o número de horas que a criança estiver usando as partes de baixo, usando o bom senso. Recompense os momentos em que a criança não esteja usando fraldas.
 Se depois de treinada, a criança estiver usando muito papel higiênico, diga uma quantidade de quadradinhos do papel para ela contar ou utilize dicas visuais para determinar a quantidade correta.
 Lembre-se que a criança pode apresentar algum tipo de regressão quando estiver doente, tomando medicamentos ou mudar o tipo de comida. Se houver algum tipo de mudança na rotina ao deitar, ou até dentro da escola como mudança de professora, transferência de colegas ou problemas na família – tudo isso pode interferir no treinamento. Quando isso acontecer, tente identificar o motivo, converse com o médico ou com a família. Não mostre desapontamento, raiva ou outra emoção negativa.
Calmamente retorne as estratégias que eram eficientes.


 (Dicas baseadas no livro Toilet training for individuals with autism and related disorders de Maria Wheeler. Texas: Future Horizons, 1998.)

Escolas Estaduais participarão da apresentação Vida de Circo

No dia 4 de Outubro dez escolas de Jundiaí estarão assistindo a apresentação Vida de Circo no Sesc:

Estamos felizes de receber o convite...

Saberes e Práticas da Inclusão

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