Recomendo esse curso, com foco na seleção de pessoas com deficiência!

Curso: Atração, seleção e contratação de Profissionais com Deficiência
Realização Gelre | Apoio: ABRH-SP
Data/Local: 3 de abril (quinta-feira) - 8h30 às 18h00 - Local: Sede da ABRH Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 1.297 - Conj. 92 - Cidade Monções – SP
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
Quem são as pessoas com deficiência
A deficiência vista sob a ótica histórico cultural
Terminologias e Tecnologias assistidas
Compreendendo a definição legal: decreto nº 5296/04
Os tipos de deficiência e suas necessidades especiais
Enquadramento Legal: verificação de laudos
Como contratar profissionais com deficiência
Orientação de convivência
Cumprimento da Lei de Cotas
Análise da Vaga: perfil, posto de trabalho e acessibilidade
Recrutamento: banco de dados e anúncio de vagas
Seleção: abordagem, ferramentas e descritivo
Contratação: documentação e finalização
FACILITADORAS
SUMIKO OKI SHIMONO
Psicóloga formada pelo Instituto de Psicologia da USP, especialista em Educação Inclusiva pela PUC de São Paulo, mestre em Educação pela Faculdade de Educação da USP com tema de dissertação  Educação e Trabalho: caminhos da inclusão na perspectiva da pessoa com deficiência.
Consultora em inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, atuou por mais de 20 anos em instituições de atendimento a pessoas com deficiência, foi professora universitária, trabalhou em empresa de consultoria em recursos humanos na área de Responsabilidade Social.
LUIZA MAURA DOMINGOS DE PAULA
Pedagoga, especialista em deficiência mental pela USP, MBA em Gestão de Pessoas pela FVG, ex-coordenadora do Departamento de Estágios da APAE de São Paulo, ex-diretoria de Recursos Humanos Corporativo da Organização Gelre e atualmente sócia proprietária da empresa DDPAULA Soluções e Serviços em RH e gerente da Div. Responsabilidade Social da Organização Gelre.
Há mais de 25 anos realiza trabalhos focados para o desenvolvimento da área de recursos humanos e diversidade no mercado de trabalho.
Implantou e gerenciou na Organização Gelre a divisão de Responsabilidade Social em mais de 100 unidades pelo Brasil.
Ministra palestras em importantes empresas de diversos segmentos, sensibilizando e orientando sobre a inclusão do PcD.
Público alvo: Empresários, Diretores, Gestores e profissionais de RH
Data/Local: 3 de abril (quinta-feira) - 8h30 às 18h00 - Local: Sede da ABRH Av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 1.297 - Conj. 92 - Cidade Monções – SP
Investimento: R$ 500,00 | R$ 350,00 (Associados da ABRH)
Inscrições: até 31/03 | Formulário anexo | 11 3351-3733 | Cláudia ou Sueli | mkt@gelre.com.br
CURSO COM CERTIFICADO (8HORAS) - VAGAS LIMITADAS
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Realização Gelre | Apoio: ABRH-SP
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Pós-graduação da Faculdade Anhanguera de Jundiaí promove I Simpósio em Educação Especial no dia 15 de fevereiro 


No último sábado, a Pós-Graduação da Faculdade Anhanguera de Jundiaí  realizou o I Simpósio sobre Educação Especial e Inclusiva. O encontro promoveu uma discussão sobre as descobertas mais recentes sobre o TEA (Transtornos do Espectro Autista).

Para tal, foram realizadas duas palestras. A primeira, proferida pela profª Ms. Melissa Picchi Zambon(Psicóloga, mestre e doutoranda em Educação Especial pela Universidade Federal de São Carlos)abordou as características do autismo e suas causas, com base nos estudos internacionais mais recentes sobre a temática. Também foram tratados os critérios diagnósticos deste transtorno por meio do DSM-V, publicado nos Estados Unidos, em maio de 2013.

Em seguida, a profª Ms. Evelyn Christina Peres Barrelin-  (Psicóloga, mestre em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento pela PUC-SP, especilista em Terapia por Contingências de Reforçamento pelo Instituto de Terapia por Contingências de Reforçamento de Campinas (ITCR) e Psicologia da Saúde pela PUC-Campinas)
iniciou a sua palestra abordando a temática ABA (Análise aplicada do comportamento): possibilidades de intervenção psicopedagógica junto ao TEA.
No geral, o evento teve como objetivo apresentar práticas de intervenção bem-sucedidas e resultados de pesquisas recentes quanto ao autismo. 

Ao todo, 227 pessoas prestigiaram o Simpósio organizado pela coordenadora da pós-graduação da Faculdade Anhanguera de Jundiaíprofª Esp. Fabíola Ferraro.

Contudo, o presidente da AMA (Associação dos Amigos Autistas) que também estava presente, proferiu algumas palavras ao término do evento. Em suma, elogiou a iniciativa da FPJ pela escolha da temática e pontuou que iniciativas como este Simpósio contribuem não só para a competência-técnica do profissional que lida com o autista, mas principalmente para a minimização da intolerância ainda 'comum' em nosso cotidiano, em especial, escolar.

Fabíola Mara Ferraro
Coordenadora de Pós-graduaçãoFaculdade Anhanguera de Jundiaí(11) 3109-0615 / 3109-0646

III PRÊMIO EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS

 
O Ministério da Educação – MEC, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura – OEI, com apoio do CONSED e da UNDIME e patrocínio da Fundação MAPFRE, instituiu o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças por meio da Portaria nº. 1.246, de 15 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União – DOU de 16 de setembro de 2011.
O Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças tem como objetivos a identificação e a valorização de experiências escolares significativas para o processo de desenvolvimento inclusivo das escolas públicas brasileiras, com foco na inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, em escolas públicas brasileiras.
Em sua primeira edição, o Prêmio contemplou a temática da gestão dos sistemas de ensino e das escolas, bem como as práticas pedagógicas de salas de aula, obtendo 713 experiências inscritas, de mais de 420 municípios, das cinco regiões do país. Também, foi concedida a Menção Honrosa à experiência inclusiva de educação infantil.
Na segunda edição do Prêmio, além dos relatos de experiências das secretarias de educação e das escolas, foram contemplados os textos narrativos produzidos por estudantes da educação básica, matriculados na educação regular pública. Nessa edição foram inscritos 738 relatos de experiência.
Considerando a importância da identificação, valorização e divulgação de tais experiências, na construção dos sistemas educacionais inclusivos, pensou-se a realização da terceira edição, visando identificar experiências efetivas de inclusão escolar de crianças, público alvo da educação especial, matriculadas na educação infantil.
A educação infantil, primeira etapa da educação básica, configura-se como um ambiente privilegiado para a convivência com a diferença. As crianças com qualquer deficiência, independentemente de suas condições físicas, sensoriais, cognitivas ou emocionais, são crianças que têm as mesmas necessidades básicas de afeto, cuidado e proteção, e os mesmos desejos, sentimentos e direitos das outras crianças, dessa forma, a inclusão na infância é amplamente reconhecida como um fator fundamental do desenvolvimento global da criança.
A escola como espaço inclusivo enfrenta inúmeros desafios que devem ser discutidos por toda comunidade escolar. Essas situações desafiadoras geram novos conhecimentos, novas formas de interação, de relacionamentos, modificação nos agrupamentos, na organização e adequação do espaço físico e no tempo didático, o que beneficia a todas as crianças.
Nesse sentido, serão premiados os Relatos de Experiências das Secretarias de Educação e das Escolas Públicas, de educação infantil ou de educação básica com educação infantil. Também será concedida a Menção Honrosa a curso de formação inicial ou continuada de professores, que se destaque pela abordagem da educação infantil na perspectiva inclusiva, contribuindo, dessa forma, para a construção de um sistema educacional inclusivo.
Período de inscrições: de 29 de agosto a 12 de outubro de 2013.
Consulte o regulamento e inscreva-se pelo site http://peei.mec.gov.br.

CRIAÇÃO DE SUPORTES, ATRIBUIÇÃO DE AULAS E CURSOS PARA PROFESSORES ESPECIALIZADOS !!!!!

No ano de 2014, o Centro de Atendimento Especializado – CAESP, por meio do Núcleo de Atendimento Pedagógico Especializado – CAPE, promoverá a criação e ampliação de suportes para o atendimento educacional especializado aos alunos público-alvo da Educação Especial, no contra turno ou não, em especial as salas de recursos.
Tendo em vista a carência de profissionais habilitados para atuar com alunos com Deficiência Física e Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), será autorizada a criação de salas de recursos nestas áreas, desde que as aulas sejam atribuídas a professor que tenha habilitação ou especialização em qualquer área da educação especial e participe de curso de atualização a ser oferecido pelo CAPE em parceria com a EFAP. Assim, solicitamos que divulguem esta informação a todos os professores, efetivos ou não, que possuem curso de habilitação ou especialização em qualquer área da Educação Especial (inclusive especialização em Educação Inclusiva) e tenham interesse em atuar em Salas de Recursos, para que se inscrevam ao Processo de Atribuição de Classes e Aulas e Prova do Processo Seletivo Simplificado para o ano letivo de 2014.

Resolução SE Nº 52/2013

Saiu no Diário Oficial 15 de agosto de 2013...

Dispõe sobre os perfis, competências e habilidades requeridos dos Profissionais da Educação da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas

XIV. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II - EDUCAÇÃO ESPECIAL

1. PERFIL

O professor que atua na modalidade de Educação Especial pauta-se no paradigma da Educação Inclusiva, fundamentada na concepção de direitos humanos e que almeja uma escola de qualidade para todos, cujo pressuposto é de que todos os alunos têm o direito de conviver, aprender e estar juntos, tendo respeitadas suas diferenças e peculiaridades. Isso requer atenção à acessibilidade, tanto física como de comunicação, a partir do conhecimento dos recursos necessários e disponíveis, o que inclui, também, conhecimento de adaptações curriculares ou de acesso ao currículo para atender as necessidades dos alunos e seus diferentes modos de aprender. Guarda-se uma relação dialógica entre o professor da sala comum e o professor especializado, devendo ser próprio deste último a competência para trabalhar com o aluno as questões relativas às necessidades educacionais especiais geradas pelas deficiências sensoriais, física,intelectual; ou pelos transtornos globais do desenvolvimento; ou pelas altas habilidades/superdotação. Devem ser consideradas, também, as características dos educandos e valorizadas suas potencialidades. Faz-se necessário considerar a relevância da amplitude do olhar do professor especializado em relação a seus colegas da sala comum, à equipe escolar e à comunidade, principalmente, à família do aluno. Isto requer tanto a percepção das contínuas mudanças sociais que se ocorrem ao longo do tempo, tendo como referência a questão da diversidade, quanto à formação específica, com abrangência de métodos e técnicas que atendam adequadamente e de forma contextualizada o aluno com necessidades educacionais especiais. Neste contexto, é importante o conhecimento da evolução das políticas públicas, refletidas nas diretrizes e legislação atual, principalmente no que se refere ao Brasil e ao estado de São Paulo.


2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES


a) Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da escola.

b) Conhecer os aspectos históricos da relação da sociedade com a pessoa com necessidades educacionais especiais, advindas da deficiência, dos transtornos globais do desenvolvimento ou das altas habilidades ou superdotação.

c) Conhecer as várias tendências de abordagem teórica da educação em relação às pessoas que têm necessidades educacionais especiais.

d) Conhecer as especificidades dos perfis de desenvolvimento e aprendizagem de alunos com deficiência, transtornos global de desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação, para nortear o processo de avaliação pedagógica inicial e processual, o planejamento das intervenções e a orientação das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.

e) Compreender o aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades ou superdotação como um ser com capacidades, potencialidades, desejos, com necessidades e experiências que devem ser consideradas como referência para as intervenções estimuladoras e desafiadoras de seus processos de desenvolvimento e aprendizagem. Página

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f) Ter conhecimentos básicos dos aspectos fisiológicos e clínicos das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.

g) Conhecer e avaliar os repertórios sociais, verbais e pré-acadêmicos do aluno, principalmente por meio do domínio de técnicas de observação e registro de seus comportamentos em diversas e diferentes situações escolares para definir as adaptações curriculares e propor as intervenções específicas.

h) Contribuir para a construção de um ambiente acessível e seguro, eliminando barreiras atitudinais, físicas e de comunicação.

i) Conhecer formas para favorecer o uso integrado dos sentidos na percepção e apreensão do meio e na formação de conceitos.

j) Reconhecer as necessidades educacionais de cada aluno por meio de avaliação pedagógica.

k) Conhecer as diversas contribuições culturais, que podem facilitar a compreensão dos alunos quanto à sua inserção no mundo social e do trabalho.

l) Conhecer e compreender os processos de aprendizagem, para desencadear atividades cognitivas, que propiciem o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do aluno.

m) Dominar os conceitos básicos e habilidades básicas, de autogestão e específicas, para desenvolvê-las nos alunos, com vistas à uma futura inserção do educando no mercado de trabalho.

n) Ser capaz de elaborar plano de atendimento nos suportes (Atendimento Pedagógico Especializado), que inclui: intervenção pedagógica e encaminhamentos educacionais necessários; planejamento das adaptações de acesso ao currículo, a partir das necessidades e peculiaridades dos alunos; produzir e/ou selecionar material didático (específico, adaptado ou de uso comum).

o) Desenvolver ações para favorecer a autonomia e independência do educando.

p) Desenvolver atividades escolares complementares, submetendo-as a flexibilizações, promovendo adaptações de acesso ao currículo, com recursos específicos necessários aos alunos com necessidades educacionais especiais matriculados em classes comuns.

q) Conhecer e compreender o contexto de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais, para planejar e realizar intervenções orientadas pelos parâmetros da educação inclusiva e das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.

r) Conhecer e compreender as necessidades de adaptação curricular ou de um currículo funcional para a vida prática autônoma.

s) Desenvolver habilidades acadêmicas e funcionais, para elaborar plano de intervenção e orientar o professor da classe comum.

t) Conhecer os recursos, as formas de monitoramento e registro de atividades desenvolvidas e do desempenho do aluno, a organização e estruturação do espaço físico da sala e escola, para o planejamento e replanejamento do ensino.

u) Desenvolver habilidades e competências específicas para intervenções interdisciplinares.

v) Conhecer os indicadores que definam a evolução do aluno em relação ao domínio dos conteúdos curriculares e elaborar os registros adequados.

x) Adquirir conhecimentos e desenvolver experiências na área para promover ações de sensibilização, por meio de palestras e oficinas junto à comunidade escolar.

w) Compreender a necessidade de promover parcerias com seus pares, com toda a equipe escolar, com a família e com a comunidade, para favorecer a compreensão das características das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.

y) Promover reunião de orientação, apoio e planejamento para professores.

z) Compreender a relevância do seu apoio aos profissionais da escola e colegas de classe do aluno, por meio de reunião de orientação e planejamento, oferecendo-lhes pistas para compreender e apoiar as aprendizagens dos alunos.


HABILIDADES POR ÁREA DE ATUAÇÃO

2.1 DEFICIÊNCIA FÍSICA (DF)


a) Conhecer as várias manifestações das deficiências e as suas implicações no desempenho funcional e intelectual do aluno.

b) Decidir sobre as estratégias pedagógicas e os recursos a serem utilizados de forma a potencializar o aprendizado e a participação ativa do aluno. Se necessário, investigar quais recursos o aluno já utiliza em outros ambientes e adotá-los ou não.

c) Conhecer e aplicar os diferentes recursos de Tecnologia Assistiva, principalmente no que se refere à comunicação suplementar e alternativa e acessibilidade ao computador.

d) Selecionar e sugerir materiais pedagógicos adaptados: engrossadores de lápis, plano inclinado, tesouras adaptadas, dentre outros. Página

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e) Identificar formas adequadas de orientação quanto ao uso de estratégias e recursos adaptados para a sala de aula comum.

f) Elaborar planos de atuação tendo em vista as contribuições obtidas com os profissionais da equipe pedagógica e da equipe responsável pela habilitação/reabilitação do aluno


2.2 DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA)


a) Identificar os tipos de surdez, suas características, época de instalação e as devidas consequências.

b) Identificar aspectos culturais, linguísticos e sociais da comunidade surda.

c) Identificar os diferentes níveis linguísticos da LIBRAS e do Português

d) Dominar a metodologia do ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como primeira língua do surdo.

e) Dominar a metodologia de ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para surdos.

f) Identificar materiais didático-pedagógicos, recursos de acessibilidade elaborar o plano de atuação individualizado, para favorecer a autonomia dos alunos visando o atendimento dos diferentes tipos de surdez.

2.2.1 e 2.3.1 SURDOCEGUEIRA (pertinentes à DA e DV)

a) Identificar aspectos característicos da surdocegueira;

b) Conhecer as características individuais da constituição do aluno e sua história;

c) Reconhecer as reações e respostas pedagógicas e formas de comunicação verbal e não verbal

d) Dominar técnicas e estratégias de comunicação verbal e não verbal, organização de rotina e locomoção no ambiente escolar;

e) Desenvolver plano individual, adequação curricular e avaliação adequada às características individuais.


2.3 DEFICIÊNCIA VISUAL(DV)


a) Dominar o Sistema Braille e suas aplicações nas várias áreas (as Grafias), o uso e o ensino do Soroban adaptado.

b) Ter conhecimentos de orientação e mobilidade e de atividades da vida autônoma

c) Conhecer, indicar ou trabalhar com recursos de tecnologia assistiva (incluindo os programas leitores e ampliadores de tela para a informática acessível) para uso no ambiente escolar e no cotidiano do educando.

d) Ter conhecimentos básicos sobre acessibilidade e audiodescrição.

e) Selecionar ou elaborar materiais e recursos específicos e/ou adaptados e outros que não necessitam de adaptação, de acordo com as necessidades do aluno com baixa visão/visão subnormal ou cegueira.

f) Ter conhecimentos para atuar com as várias especificidades da cegueira e visão subnormal (baixa visão), inclusive para a avaliação da visão funcional.


2.4 DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)


a) Identificar o aluno com Deficiência Intelectual, avaliar a sua necessidade educacional e prover o necessário para sua efetiva participação nas atividades escolares.

b) Ser capaz de elaborar Plano de Ensino Individual (PEI), a partir da avaliação pedagógica.

c) Identificar materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas.

d) Identificar habilidades básicas de autogestão e específicas, como ferramentas imprescindíveis, inclusive para o mercado de trabalho.

e) Elaborar adaptações curriculares e orientar os demais membros da equipe pedagógica para a adaptação curricular

f) Compreender os pressupostos de teorias do desenvolvimento humano e o papel desempenhado por processos de aprendizagens escolares nos avanços cognitivos do aluno com deficiência intelectual.

g) Planejar e propor intervenções direcionadas para a promoção de avanços na aprendizagem do aluno, considerando suas capacidades e potencialidades.

h) Estimular o desenvolvimento das capacidades dos alunos em estabelecer interações simbólicas com o meio que o circunda, de forma a minimizar as barreiras de natureza cognitiva impostas pela deficiência.

i) Planejar intervenções que privilegiem avanços na compreensão geral do aluno, por meio de proposições de variadas atividades de natureza linguístico-cognitivas.

j) Estimular e desafiar o aluno a enfrentar de forma ativa conflitos cognitivos relacionados à construção de conceitos, e sua generalização progressiva para diferentes contextos de aprendizagem.


2.5 TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD)


a) Ter conhecimentos gerais dos Transtornos Globais do Desenvolvimento, disponibilidade e envolvimento pessoal, resistência à frustração e criatividade.

b) Compreender que a educação dos alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento deve ser caracterizada por um estilo mais pragmático e natural, integrador e centrado na comunicação como núcleo essencial do desenvolvimento do aluno, respeitando os recursos e as capacidades dos mesmos. Página

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c) Conhecer métodos, como o TEACCH, o Programas de Comunicação Total, metodologias específicas e outras formas de comunicação específicas, para o trabalho educacional prático com o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.

d) Orientar o professor do ensino comum na organização e estruturação do espaço da sala de aula, visando ao controle de ruídos excessivos, possível personalização do ambiente, estilos didáticos diretivos, tornando a jornada escolar o mais previsível possível.

e) Planejar intervenções individualizadas, recorrendo a recursos complementares de natureza psicopedagógica, levando- se em conta a capacidade intelectual, o nível comunicativo e linguístico, as alterações de conduta, o grau de flexibilidade cognitiva e comportamental e o nível de desenvolvimento social do aluno.

f) Propiciar situações de aprendizagem a partir de objetos concretos e passar gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do aluno.

g) Ressaltar as habilidades de cada área do sistema cognitivo, investindo nas potencialidades para trabalhar as necessidades educacionais específicas do aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.

h) Avaliar a necessidade de elaboração de adaptação curricular ou de um currículo funcional para vida prática autônoma, habilidades acadêmicas e funcionais.


2.6 ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO (AH)


a) Ter os conhecimentos da Educação Especial em geral, somados às especificidades das altas habilidades;

b) Apresentar flexibilidade e criatividade na exploração dos recursos didáticos variados, com a intenção de manter o desafio diante de alunos que aprendem rapidamente e tendem a procurar coisas novas e aprofundamento constantemente;

c) Posicionar-se mais como facilitador do que como condutor dos processos, permitindo que o aluno explore o conhecimento de acordo com seu ritmo e interesse;

d) Ser capaz de flexibilizar os temas e problemas abordados de acordo com as necessidades do aluno, podendo orientar e apoiar o professor do ensino comum;

e) Ser capaz de alternar propostas de trabalho individual e grupal;

f) Traçar metas de comum acordo com o aluno e o professor do ensino comum, para obter resultados desejados, levando em consideração as potencialidades e as dificuldades;

g) Buscar a articulação com os recursos da comunidade disponíveis, criando redes de apoio que possam propiciar ao aluno maiores possibilidades de desenvolvimento de seus potenciais, tendo em vista sua autonomia e sua preparação para o mundo do trabalho.


3. BIBLIOGRAFIA – EDUCAÇÃO ESPECIAL


A) Livros e Artigos

1. BAUMEL, Roseli Cecília Rocha de Carvalho; RIBEIRO, Maria Luisa Sprovieri (Org). Educação Especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003.

2. BIANCHETTI, Lucidio; FREIRE, Ida Mara. Um Olhar sobre a Diferença. 9. ed. Campinas: Papirus, 2008.

3. MANTOAN, Maria Tereza Eglér; PRIETO, Rosângela; ARANTES, Valéria Amorim. Inclusão Escolar: pontos e contrapontos. 2 ed. São Paulo: SUMMUS, 2006.

4. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.

5. RODRIGUES, David. Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006.

B) Publicações Institucionais

1. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS . Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Facultativo. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.


4. LEGISLAÇÃO


1. BRASIL.DECRETO Nº 6.949, DE 25 DE AGOSTO DE 2009 Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.

2. SÃO PAULO. DELIBERÃÇÃO CEE N.º 68/2007.

Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, no sistema estadual de ensino.

3. SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 11, DE 31 DE JANEIRO DE 2008

Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas (Com as alterações introduzidas pela Resolução SE nº 31/2008) Página

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3.1 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA FÍSICA


A) Livros e Artigos

1. ASSIS, Walkiria de. Criando possibilidades para a educação da pessoa com deficiência física. São Paulo: Revista Educação. Disponível em:

\. acesso em: 03 jul 2013

2. FONSECA,Vitor. Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.

3. GERALIS, Elaine. Crianças com paralisia cerebral: guia para pais e educadores. Porto Alegre: Armed, 2007.

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adaptados. Brasília: MEC/ SEESP, 2002. Fascículo 1. Disponível em:

\. Acesso em: 18 jul. 2013.

3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pedagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física; recursos para comunicação alternativa. Brasília: MEC/ SEESP, 2006. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

4. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Entendendo a deficiência física. São Paulo: SE/CGEB/CAPE, 2012. Disponível em : \. Acesso em: 18 jul. 2013.


3.2 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA AUDITIVA


A) Livros e Artigos

1. CARVALHO, Altiere Araujo. Surdez e implicações Cognitivas sob o ponto de vista sócio-científico. São Paulo: Revista Educação. Disponível em: \. acesso em: 03 jul. 2013

2. GUARINELLO, Ana Cristina: O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Ed. Plexus, 2007.

3. GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 1999.

4. REILY, Lucia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. 4 ed. Campinas: Papirus, 2011. Série Educação Especial.

5. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

2. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Centro de Apoio Pedagógico Especializado. Leitura, escrita e surdez. São Paulo: SE/CENP/CAPE, 2005. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.


3.3 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA VISUAL


A) Livros e Artigos

1. AMARALIAN, Maria Lúcia Toledo Moraes (org.). Deficiência visual: perspectivas na contemporaneidade. São Paulo: Vetor , 2009.

2. FELIPPE, João Álvaro de Moraes. Caminhando juntos – manual das habilidades básicas de orientação e mobilidade. São Paulo: Laramara, 2001.

3. SIAULYS, Mara O. de Campos; ORMELEZI, Eliana Maria; BRIANT, Maria Emília. (org.). A deficiência visual associada à deficiência múltipla e o atendimento educacional especializado. São Paulo: Laramara, 2010.

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção do conceito de número e o pré-soroban. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa. Brasília:MEC/SEESP, 2006. Página

60 de 62

4. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

5. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2003. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

6. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Soroban: manual de técnicas operatórias para pessoas com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2012. Disponível em:

\. Acesso em: 18 jul. 2013.


3. 4 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA INTELECTUAL


A) Livros e Artigos

1. FIERRO, Alfredo. Os alunos com deficiência Mental.In: COLL, César; MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús (Orgs.).Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos do desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, v.3.

B) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência mental. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.

2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares. Brasília: MEC/ SEF/SEESP, 1998. Disponível em:\< \. Acesso em: 18 jul. 2013.

3. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Deficiência intelectual: realidade e ação. São Paulo: SE/CGEB/ CAPE, 2012. Disponível em: \ . Acesso em: 18 jul. 2013


3.5 BIBLIOGRAFIA - SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES


A) Publicações Institucionais

1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: \ Acesso em: 03 jul. 2013.

2. SÃO PAULO. (Estado) Secretaria da Educação. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Um olhar para as altas habilidades: construindo caminhos. São Paulo: SE, 2. ed., 2012 Disponível em: \ Acesso em: 03 jul. 2013.


4.5 LEGISLAÇÃO (SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES)


1.SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 81, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

Dispõe sobre o processo de aceleração de estudos para alunos com altas habilidades/superdotação na rede estadual de ensino e dá providências correlatas.


3.6 BIBLIOGRAFIA - TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO


A) Livros e Artigos

1. BASSOLS, Ana Margareth Siqueira (Org). Saúde Mental na Escola – Uma abordagem multidisciplinar. Porto Alegre: Mediação, 2003.

2. RIVIÈRE, Angel. O Desenvolvimento e a Educação da Criança Autista. In: COLL, César. PALACIOS, Jesús. MAR-CHESI, Alvaro (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação – Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar. Porto Alegre: Artmed, 1995, v.3, p.274-291.

3.___________O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento. In: COLL, César, MARCHESI, Álvaro; PALA-CIOS, Jesús. (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais.

2. ed. v.3. Porto Alegre: Artmed, 2004, p.234-254.

Pré inscrição para a 7° edição Curso de Tecnologia Assistiva

Assunto      : Pré inscrição para a 7ª edição

Olá comunico a todos para divulgação que está aberto a pré inscrição ou seja,é apenas um pré-cadastro, pois ainda não sabemos se o MEC irá colocar novos requisitos para a 7ª edição.
Para se inscrever os professores da rede pública interessados devem acessar o site: www.ta.unesp.br e clicar no link INSCRIÇÕES.

Bibliografia para a Prova do Mérito 2013

Veja a bibliografia para a prova do mérito 2013.


 Desde o ano de 2010, a secretaria da educação de São Paulo unificou os referenciais bibliográficos para todos os seus concursos (provimento de cargos, mérito etc). A maioria dos textos estão disponíveis no site do "Centro de Referência em Educação Mario Covas".
Para conhecer a bibliografia para o concurso do "Mérito" acesse esse link e consulte a bibliografia específica para sua disciplina, bem como a parte geral, comum a todas as áreas.

Bons estudos!

Saberes e Práticas da Inclusão

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